Mostrar mensagens com a etiqueta prosa salteada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta prosa salteada. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 10 de julho de 2012
O. Henry - A alma do homem mostrou-se de repente como uma cara sinistra à janela de uma casa honrada. Os Caminhos que Tomamos
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Kafka - Ninguém ouviu a porta fechar-se; fora, sem dúvida, deixada aberta, como é costume em casas onde acaba de ocorrer um grande infortúnio.- Metamorfose
Etiquetas:
Franz Kafka,
prosa salteada
sábado, 23 de junho de 2012
Balzac - O amor é como o mar, que visto superficialmente ou à pressa pode ser acusado de monotonia pelos espíritos vulgares, ao passo que certos seres privilegiados podem passar toda a vida a admirá-lo, encontrando-lhe sempre uma diversidade que os encanta.- A Vendetta
Etiquetas:
Honoré de Balzac,
prosa salteada
terça-feira, 12 de junho de 2012
Guerra Junqueiro - O verso é mais belo do que a prosa, porque estabelece entre as palavras uma amizade mais estreita. Um verso errado é um delito.-- O Verbo Cantar
Etiquetas:
Guerra Junqueiro,
prosa salteada
Ferreira de Castro - A sua voz parecia escorregar por um precipício, ao mesmo tempo urgente e tímida. - A Missão
Etiquetas:
Ferreira de Castro,
prosa salteada
sábado, 9 de junho de 2012
Manuel Poppe - Eugénia esfrega os braços -- [...] Era um desgraçado?
Artur -- Pior que isso: era um homem que a vida não deixava em paz.
A Aranha
Etiquetas:
Manuel Poppe,
prosa salteada
Jean-Luc Nancy - A poesia é, por essência, mais do que e algo de diferente da própria poesia. Ou antes: a própria poesia pode encontrar-se onde não existe propriamente poesia. Ela pode mesmo ser o contrário ou a rejeição da poesia, e de toda a poesia. A poesia não coincide consigo mesma: talvez seja essa não-coincidência, essa impropriedade substancial, aquilo que faz propriamente a poesia. Resistência da Poesia
Etiquetas:
Jean-Luc Nancy,
prosa salteada
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Stig Dagerman - Sem fé, ouso pensar a vida como uma errância absurda a caminho da morte, certa. Não me coube em herança um qualquer deus, nem ponto fixo sobre a terra de onde algum pudesse ver-me. A Nossa Necessidade de Consolo É Impossível de Satisfazer
Etiquetas:
prosa salteada,
Stig Dagerman
Tólstoi - Uma verdadeira obra de arte apenas pode surgir ocasionalmente na alma dum artista, como fruto da própria existência, da mesma forma que a gestação duma criança se faz no ventre da sua mãe. Mas a arte de contrafacção é produzida por artífices e por artesãos continuamente, cujo destino concebível será o dos consumidores. O que É a Arte?
Etiquetas:
Lév Tólstoi,
prosa salteada
sábado, 2 de junho de 2012
Teixeira de Queirós - Tinha o ofício de alfaiate e trabalhava assiduamente. Excelente mestre; boa tesoura e um ponto para a eternidade. «O Tio Agrela», Os Meus Primeiros Contos
Etiquetas:
prosa salteada,
Teixeira de Queirós
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Christo Saprjanov - A morte adora os homens e os homens adoram a morte, ou deveriam fazê-lo. Torna-os mais homens do que os que estão vivos, com os rostos mais brancos, o cabelo mais negro e os corpos mais pesados. Na verdade, é uma pena estarem mortos. Fome de Cão
Etiquetas:
Christo Saprjanov,
prosa salteada
Ferreira de Castro - O navio agora saía da barra: -- balouçava-se já sobre o crespo líquido do oceano.
E Cascaes, adormecida, vergastada pelo mar, dir-se-ia uma dessas povoações de pescadores que, vistas de noite, parecem cemitérios devastados. A Boca da Esfinge
Etiquetas:
Ferreira de Castro,
prosa salteada
Guy Debord - No reduzido número das coisas que me agradaram, e que soube fazer bem, aquilo que por certo fiz melhor foi beber. Embora tenha lido muito, bebi mais. Escrevi muito menos do que a maior parte das pessoas que escrevem; mas bebi muito mais que a maior parte das pessoas que bebem.
Panegírico
Etiquetas:
Guy Debord,
prosa salteada
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Jane Austen - Pese embora os meus atributos estéticos estejam hoje em dia consideravelmente suavizados e, de algum modo, debilitados pelos desafortúnios que sofri, fui em tempos bela. Porém, por muito bela que tenha sido, as graças pessoais eram a menor das minhas perfeições. De todos os feitos comuns ao género feminino, eu detinha a mestria. Amor e Amizade
Etiquetas:
Jane Austen,
prosa salteada
Gabriel García Márquez - Olhou-me nos olhos, avaliou a minha reacção ao que acabara de me contar, e disse-me: Portanto, vai procurar agora mesmo essa pobre garota, mesmo que seja verdade o que te dizem os ciúmes, seja como for, que o que já viveu não te tira nada. Mas atenção, sem romantismos de avô. Acorda-a, fode-a até pelas orelhas com esse pau de burro com que te premiou o diabo pela tua cobardia e a tua mesquinhez. A sério, terminou com a alma: não vais morrer sem provar a maravilha de foder com amor. Memória das Minhas Putas Tristes
Etiquetas:
Gabriel García Márquez,
prosa salteada
terça-feira, 29 de maio de 2012
Graça Pina de Morais - a gentileza é sem dúvida uma qualidade da alma.- A Mulher do Chapéu de Palha
Etiquetas:
Graça Pina de Morais,
prosa salteada
domingo, 27 de maio de 2012
José Bacelar - O «homem» de todos os tempos acaba sempre por surgir por debaixo de todas as ideologias. - Arte, Política e Liberdade
Etiquetas:
José Bacelar,
prosa salteada
sábado, 26 de maio de 2012
John Galsworthy - Um homem pode vacilar durante semanas e semanas, consciente, subconscientemente, mesmo em sonhos, até que chega um momento em que a única coisa impossível é continuar a vacilar.- O Primeiro e o Último
Etiquetas:
John Galsworthy,
prosa salteada
João Pedro de Andrade - Luís contava anedotas pícaras sem dizer uma palavra menos correcta. As mulheres guinchavam de gozo, encostavam-se-lhe aos ombros gemendo de prazer, até que ele, com uma palavra cortante, as punha a distância, como quem recusa a um cão o bolo com que o atraiu. - A Hora Secreta
Etiquetas:
João Pedro de Andrade,
prosa salteada
Alfred Musset - Sei muito bem que neste mundo há calamidades que eu não poderei evitar; lamento as que não conheço, mas se sei de alguma devo tentar minorá-la. Por mais que faça, é-me impossível ficar indiferente perante a dor. - Mimi Pinson
Etiquetas:
Alfred Musset,
prosa salteada
Subscrever:
Mensagens (Atom)